quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

QUANTO VALE UMA AMIZADE


Mais Desde tenra idade aprendi que vale um amigo do que um parente. Este o vínculo nos impõe aquele, o destino nos dispõe! Ao longo dos meus sessenta anos, procurei seguir a risca esse aprendizado, ora me regozijava pelos amigos que conquistei, em algumas vezes, senti o desgosto da má escolha. Certamente, nem Deus agradou a todos, não seria eu, um pobre mortal, Capaz de agradar um Gregos, Atenienses e Troianos!

Possuo amigos em todos os locais em que convivi e ainda Convivo. Desde garoto mantenho uma Plêiade bons camaradas de, que de tempos em tempos, revemos nos e colocamos o papo em dia, trocamos figurinhas, curtimos nossos filhos e netos, enfim, fazemos da vida uma fonte de Conquistas honestas, não atitudes desonrosas de.

Deus, o grande ser superior que nos rege, a cada instante nos dá prova de sua onipotência. No mesmo tempo que dá um dissabor, com atitudes nobres e nos prémios eivadas de companheirismo.

Recentemente me senti abatido por sórdidas atitudes de alguém que Julgava ser meu amigo. Diante traiçoeiras sua atitude, menos recebido apoio de onde esperava, Busquei soerguer-me, havendo contribuído, De sobremaneira, Um e-mail recebido de um grande amigo, Atualmente radicado em Natal, onde o conteúdo da mensagem, sob o título "O SEGREDO", serviu de estímulo para eu REAGIR.

Hoje e, recebi novo sinal de amizade companheirismo, Quando um parceiro avelho, instado nos um com urgência procurar, além de recomendar-nos a um seu amigo, veio ter conosco ardendo em febre.

Assim é a vida, enquanto para alguns quarenta dinheiros é uma boa, para outros, uma palavra, uma AMIZADE E quem fala a verdade,

Obrigado meu amigo EDIVAM, De sua parte nada diferente eu esperava! Recordei-me dos idos de 1974, quando você ainda soldado, foi aprovado sem CESGRANRIO, no mesmo UEG vestibular para uma antiga, segundo sargento e eu, tive uma honra de compartilhar contigo o mesmo banco Velho não casrão do Catete e depois no Maracanã, Hoje, você mesmo alcançado o Oficialato, subsiste uma velha amizade, e, com a graça de Deus, ainda por muito Manteremos um tempo!

Quanto ao ex-amigo traíra, desejo-lhe felicidade, mas, bem longe de mim! Que Deus lhe perdoe pelos atos infames e não Permita que um venha ter, em sua vida, quem quer que seja, igual com postura!
Na foto: EDIVAM RIBEIRO, PEDRO PAULO CALDERARO e RUFINO MARQUES (Pisa na Fulô), molham a palavra após reencontro do pessoal do Batalhão terceiro.

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