Estamos chegando ao reinado de Momo, estamos começando ao ouvir a batucada, ver a turma fantasiada, o pessoal buscando o retiro, praias, montanhas, refúgios. As cidades turísticas invadidas por hordas de visitantes, as tradicionais mentoras dos folguedos, dando os retoques finais para receber os foliões. Nos ditos barracões das escolas de samba cariocas, o frenesi é completo, cada qual preocupado com os arremates dos carros alegóricos, acertos das alegorias, ajustes nas baterias, retoques nas fantasias, enfim, o mesmo corre-corre de todos os anos. Em momentos sabe-se pela mídia, que o carnaval estaria morrendo em determinada localidade. Contudo, sabe-se que em outras, viceja, arrebata e ecoa aos quatros cantos. O povo brasileiro, por excelência, é festeiro. A miscigenação impar em todo o mundo, talvez seja o principal fermento dessa pujança. O negro com seus atabaques e o gingado de suas mulheres. Os nativos com seus costumes e tradições, voltadas, quase sempre, para as comemorações carregadas de música e dança. O português Zé Pereira, batendo o seu bumbo, atilou nossa gente para a explosão de alegria, anualmente, antes do período da quaresma. Hoje, encontramos ao longo de todo ano, em cada canto do país, atrações lúdicas e tradicionais. O carnaval, ainda que de forma comercial, tem calendário itinerante pelas principais praças, atraindo muita gente e gerando recursos financeiros, tanto para municipalidade, comércio local, empresários do entretenimento e mesmo para a população fixa e a circunstancial. Os problemas do país são sérios, a corrupção cada dia mais arraigada, atingido desde os grotões, até, e principalmente os grandes centros, com grande notoriedade a capital federal. Mas, ainda bem que temos o carnaval, para nos tirar desse foco inconveniente e nos propiciar condições para encarar, os demais dias do ano, com todas as suas vicissitudes e percalços.MEUS DEVANEIOS, MINHAS EXPECTATIVAS, MINHAS ALEGRIAS, MEUS ANSEIOS, MINHAS CONVICÇÕES, MINHAS ESPERANÇAS, MINHAS BRONCAS, MINHAS OPINIÕES.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
NOVAMENTE É CARNAVAL
Estamos chegando ao reinado de Momo, estamos começando ao ouvir a batucada, ver a turma fantasiada, o pessoal buscando o retiro, praias, montanhas, refúgios. As cidades turísticas invadidas por hordas de visitantes, as tradicionais mentoras dos folguedos, dando os retoques finais para receber os foliões. Nos ditos barracões das escolas de samba cariocas, o frenesi é completo, cada qual preocupado com os arremates dos carros alegóricos, acertos das alegorias, ajustes nas baterias, retoques nas fantasias, enfim, o mesmo corre-corre de todos os anos. Em momentos sabe-se pela mídia, que o carnaval estaria morrendo em determinada localidade. Contudo, sabe-se que em outras, viceja, arrebata e ecoa aos quatros cantos. O povo brasileiro, por excelência, é festeiro. A miscigenação impar em todo o mundo, talvez seja o principal fermento dessa pujança. O negro com seus atabaques e o gingado de suas mulheres. Os nativos com seus costumes e tradições, voltadas, quase sempre, para as comemorações carregadas de música e dança. O português Zé Pereira, batendo o seu bumbo, atilou nossa gente para a explosão de alegria, anualmente, antes do período da quaresma. Hoje, encontramos ao longo de todo ano, em cada canto do país, atrações lúdicas e tradicionais. O carnaval, ainda que de forma comercial, tem calendário itinerante pelas principais praças, atraindo muita gente e gerando recursos financeiros, tanto para municipalidade, comércio local, empresários do entretenimento e mesmo para a população fixa e a circunstancial. Os problemas do país são sérios, a corrupção cada dia mais arraigada, atingido desde os grotões, até, e principalmente os grandes centros, com grande notoriedade a capital federal. Mas, ainda bem que temos o carnaval, para nos tirar desse foco inconveniente e nos propiciar condições para encarar, os demais dias do ano, com todas as suas vicissitudes e percalços.
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