Tem coisas que são difícil de se entender. Por mais que se coloque o cérebro para analisar, não se encontra razões plausíveis. Certamente, o mundo moderno é cheio de percalços, de jogadas, de armações. A política é um nojo, só se vê picaretas, notícias pegajosas, envolvimentos escusos. Na economia, é nítido que convivemos com uma gama substancial de arapucas, envolvendo as bolsas de valores, produtos colocados no mercado financeiro oferecendo mundos e fundos, quando se toma pé da situação, são jogos, onde os espertos garantem no mínimo as taxas de administração, e, se utilizam dos seus caraminguás, para aplicar em outros produtos, onde pode-se ganhar, como também, se perder. Ou seja, eles ganham sempre, enquanto que nós, ora ganhamos, ora perdemos, com mais ênfase à perdas. Nos esportes, estamos vivenciando a mesma inconsistência. Cria-se a expectativa de êxito das nossas equipes, nossos atletas, nossas delegações, nossos clubes. Investe-se na qualidade dos profissionais, propicia-lhes amplas condições para se apresentarem com uma preparação de alto nível. Faz-se parcerias com empresa, vale-se da mídia para divulgar o esporte e as nossas entidades. Repentinamente, constata-se um lamaçal em nossa volta. Atletas irresponsáveis, vendilhões, sem caráter, moral enxovalhada, ambientes putrefatos, interesses escusos, sobrepujando a velha máxima do MENTE SÃ, CORPO SÃO! Nas artes, a coisa não é muito diferente. O vil metal fala mais alto e nem sempre de forma honesta. O fenômeno mais gritante, e talvez o mais grave, atualmente, deve ser o ambiente das escolas de samba. Muitas verbas, patrocínios esquisitos, despesas estranhas, apurações complicadas, sensação de podridão no ar. Aqui no Rio de Janeiro, determinadas escolas estão sempre disputando enquanto que outras, por melhor que se apresente, mesmo recebendo elogios da mídia e do público, não passam pelo crivo dos julgadores. O mais difícil de se entender, é que os integrantes do júri, de ha muito, são sempre os mesmos. Constantemente criticados, enxovalhados apos os resultados, mas, no ano seguinte, volta-se a saber que os lambões estarão, novamente, nas casamatas da Marquês de Sapucaí, avaliando o empenho daqueles batalhadores da esperança, que com sangue, suor e lágrimas, ambicionam alcançar a vitória na quarta-feira de cinzas. Esse ano, honra seja feita, ganhou quem mereceu, mas, ainda assim, algumas boas lambanças foram registradas. Minha Portela, novamente, foi esculachada e, sabidamente, em determinados quesitos, não merecia receber a avaliação registrada. Outras escolas, com esquemas mais sólidos, acabaram recebendo notas, mais robustas. O que resta saber, certamente, qual o critério utilizado nessas avaliações. Muito se fala em tráfego de influência, corrupção, emparedamento, enfim, situações nefastas, que paralelamente repercutem no maior espetáculo da Terra! Até quando? Precisamos buscar condições legítimas para que minha águia possa voltar a voar, após vinte e um alceio aos píncaros, colocaram chumbadas em suas assas que permanecem emperradas a longos anos.MEUS DEVANEIOS, MINHAS EXPECTATIVAS, MINHAS ALEGRIAS, MEUS ANSEIOS, MINHAS CONVICÇÕES, MINHAS ESPERANÇAS, MINHAS BRONCAS, MINHAS OPINIÕES.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
A MINHA ÁGUIA PRECISA VOAR
Tem coisas que são difícil de se entender. Por mais que se coloque o cérebro para analisar, não se encontra razões plausíveis. Certamente, o mundo moderno é cheio de percalços, de jogadas, de armações. A política é um nojo, só se vê picaretas, notícias pegajosas, envolvimentos escusos. Na economia, é nítido que convivemos com uma gama substancial de arapucas, envolvendo as bolsas de valores, produtos colocados no mercado financeiro oferecendo mundos e fundos, quando se toma pé da situação, são jogos, onde os espertos garantem no mínimo as taxas de administração, e, se utilizam dos seus caraminguás, para aplicar em outros produtos, onde pode-se ganhar, como também, se perder. Ou seja, eles ganham sempre, enquanto que nós, ora ganhamos, ora perdemos, com mais ênfase à perdas. Nos esportes, estamos vivenciando a mesma inconsistência. Cria-se a expectativa de êxito das nossas equipes, nossos atletas, nossas delegações, nossos clubes. Investe-se na qualidade dos profissionais, propicia-lhes amplas condições para se apresentarem com uma preparação de alto nível. Faz-se parcerias com empresa, vale-se da mídia para divulgar o esporte e as nossas entidades. Repentinamente, constata-se um lamaçal em nossa volta. Atletas irresponsáveis, vendilhões, sem caráter, moral enxovalhada, ambientes putrefatos, interesses escusos, sobrepujando a velha máxima do MENTE SÃ, CORPO SÃO! Nas artes, a coisa não é muito diferente. O vil metal fala mais alto e nem sempre de forma honesta. O fenômeno mais gritante, e talvez o mais grave, atualmente, deve ser o ambiente das escolas de samba. Muitas verbas, patrocínios esquisitos, despesas estranhas, apurações complicadas, sensação de podridão no ar. Aqui no Rio de Janeiro, determinadas escolas estão sempre disputando enquanto que outras, por melhor que se apresente, mesmo recebendo elogios da mídia e do público, não passam pelo crivo dos julgadores. O mais difícil de se entender, é que os integrantes do júri, de ha muito, são sempre os mesmos. Constantemente criticados, enxovalhados apos os resultados, mas, no ano seguinte, volta-se a saber que os lambões estarão, novamente, nas casamatas da Marquês de Sapucaí, avaliando o empenho daqueles batalhadores da esperança, que com sangue, suor e lágrimas, ambicionam alcançar a vitória na quarta-feira de cinzas. Esse ano, honra seja feita, ganhou quem mereceu, mas, ainda assim, algumas boas lambanças foram registradas. Minha Portela, novamente, foi esculachada e, sabidamente, em determinados quesitos, não merecia receber a avaliação registrada. Outras escolas, com esquemas mais sólidos, acabaram recebendo notas, mais robustas. O que resta saber, certamente, qual o critério utilizado nessas avaliações. Muito se fala em tráfego de influência, corrupção, emparedamento, enfim, situações nefastas, que paralelamente repercutem no maior espetáculo da Terra! Até quando? Precisamos buscar condições legítimas para que minha águia possa voltar a voar, após vinte e um alceio aos píncaros, colocaram chumbadas em suas assas que permanecem emperradas a longos anos.quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A HORA DE DESCOBRIR OS VERDADEIROS AMIGOS
Eu sabia que possuía uma gama de pessoas que bem me queria. No âmbito da família, dentre os meus clientes, mas, acima de tudo, os verdadeiros amigos. Após as doze horas de ontem, quando o noticiário da TV passou a transmitir de forma maciça as lamentáveis ocorrências verificadas na periferia de Teresópolis, tantos quantos sabendo que estou morando na localidade, passaram a ligar-me. Estou consternado com tudo aquilo que a mídia vem mostrando. Realmente, foi muito avassalador os efeitos da enxurrada. Nos três municípios onde a terra arrasada e as mortes foram as verdadeiras tônicas, o futuro para os sobreviventes, será muito difícil. A reconstituição do território, os serviços básicos, as novas moradias, tudo será dramático. Os que perderam a vida, só nos resta orar. Os enfermos, compete aos órgãos de saúde, através de seus profissionais especializados, promoverem os cuidados necessários à plena recuperação. Sobre a reconstrução dos bairros, a circulação de veículos, restabelecimento de serviços essenciais e a construção das novas unidades habitacionais, carecerão de regras rígidas. O erros do passado recente, não podem mais ser praticados. As autoridades necessitam deixar o aspecto político que envolve a questão, e se preocupar com as vidas que certamente estarão salvando. A ecologia deve ser respeitada, as necessidades da população também. Nessa dicotomia, deve ser estruturada a vertente da recuperação dos espaços. Recursos financeiros existem, dedicação dos sobreviventes e de seus familiares e amigos, certamente existirão, o que notadamente precisará é que os governantes demonstrem a verdadeira vontade política para cumprir a missão institucional. O cerne da questão é esse, quando a força da natureza ataca, todos se mobilizam. Quando o tempo passa e a poeira se assenta, volta tudo à mesmice e cada setor da administração tira o corpo fora, empurra com a barriga o problema, faz algumas coisas, em cima das pernas, até a próxima hecatombe. É duro, porém é real, se o povo não ficar atento, nada muda. Em breve novas eleições, novos engôdos, promessas vãs, disse-me-disse, e após a abertura das urnas, os mesmos são eleitos e depois nada fazem, ficando o dito, pelo não dito!REFORMA POLÍTICA
De algum tempo fala-se na reforma da legislação que versa sobre os pleitos eleitorais no Brasil. Certamente o ordenamento jurídico vigente está defasado, anacrônico e viciado. Em cada eleição observamos falcatruas e espertesas de toda ordem. Os partidos políticos são verdadeiras piadas de mau gosto, são verdadeiros balaios de gato. Não existe fidelidade partidária, conforme as conveniências, troca-se de partido, como se muda de roupa. Não existe convicção ideológica, não acontece formação ou consciência do que seja uma agremiação político-partidária. O político se elege por um partido, e, se ao longo do seu mandato, algo na estrutura da célula, não lhe convém, longe de se preocupar com os seus eleitores, bate-se em retirada para outra instituição que lhe acena algum tipo de benésse. Os partidos, por sua vez, são criados ao bel prazer, sem grandes objetivos sociais ou mesmo políticos, servindo, em geral, apenas como moeda para negócios envolvendo horários nas rádios e televisões, por ocasião do horário gratuito, no período pré-eleitoral. Nesse clima acontece de tudo! O sistema eleitoral vigente, onde predominam os conchavos, prevê as coligações, onde determinados candidatos, de um partido nanico, podem ser eleitos na esteira de outros chamados de puxadores de votos. Esse verdadeiro engôdo, também acontece dentro dos partidos, onde temos o exemplo mais recente do palhaço "TIRIRICA", eleito com a maior votação do país no último pleito, e, mercê dessa performance, arrastou outros menos cotados da sua sigla. A chamada lei da "FICHA LIMPA" é outra situação complicada. originou-se iniciativa popular, foi devidamente aprovada pelo Congresso, sancionada pelo Presidente da República, entrou em vigor, entretanto, sofreu questionamentos judiciais e até a presente data a suprema corte nacional, ainda não se posicionou quanto a sua aplicabilidade nas eleições verificadas em fins de 2010. Dessa forma, alguns eleitos e diplomados, tomaram posse na condição de "sub júdice", empurrando-se com a barriga a final decisão, cujo julgamento pelo STF, se deu no dia 16 de fevereiro de 2012, quando por sete votos contra quatro, foi considerado constitucional a nova legislação.
As perspectivas para a reforma dessa legislação capenga, também começou de forma desastrosa. A comissão nomeada pelo Senado Federal, está sendo criticada, uma constituída de senadores com pouca credibilidade, muitos com passados nebulosos, ainda envolvidos em questões latentes. Por outro lado, os sistemas aduzidos pelos políticos dominantes, como sendo os passivos de aprovação, apenas estão voltados aos interesses dos políticos, em momento algum, vislumbra-se qualquer possibilidade de mudanças para melhor. Ao meu alvitre, o primeiro ponto a ser submetido a apreciação do POVO, seria a proporcionalidade dos seus representantes, em vista da quantidade de eleitores. Não se justifica o número de párias pagos pelos impostos. Na Câmara Federal, temos 513 e no Senado 91, sem nos atermos aos deputados estaduais e vereadores, (51748 em 5563 municípios), é muita gente a mamar nas tetas da nação! O sistema de voto também não deve ser aqueles que vêm apregoando: POR LISTA, os partidos é que indicarão quais dos seus integrantes, serão eleitos, após os eleitores votarem, apenas, em suas siglas. O DISTRITAL, ao que nos foi dado a conhecer, seria através da divisão do território nacional em distritos eleitorais, e os candidatos competiriam apenas na área geográfica demarcada. Entendo que o sistema atual não é bom, carece de profunda reestruturação, porém, a discussão deverá ser intensa, acontecer debates públicos, carrear os eleitores a opinar, e, talvez, quem sabe, promover-se até um plebiscito. Pobre Brasil, quando estará maduro suficientemente, para assumir o seu verdadeiro papel no contexto mundial.
NOVAMENTE É CARNAVAL
Estamos chegando ao reinado de Momo, estamos começando ao ouvir a batucada, ver a turma fantasiada, o pessoal buscando o retiro, praias, montanhas, refúgios. As cidades turísticas invadidas por hordas de visitantes, as tradicionais mentoras dos folguedos, dando os retoques finais para receber os foliões. Nos ditos barracões das escolas de samba cariocas, o frenesi é completo, cada qual preocupado com os arremates dos carros alegóricos, acertos das alegorias, ajustes nas baterias, retoques nas fantasias, enfim, o mesmo corre-corre de todos os anos. Em momentos sabe-se pela mídia, que o carnaval estaria morrendo em determinada localidade. Contudo, sabe-se que em outras, viceja, arrebata e ecoa aos quatros cantos. O povo brasileiro, por excelência, é festeiro. A miscigenação impar em todo o mundo, talvez seja o principal fermento dessa pujança. O negro com seus atabaques e o gingado de suas mulheres. Os nativos com seus costumes e tradições, voltadas, quase sempre, para as comemorações carregadas de música e dança. O português Zé Pereira, batendo o seu bumbo, atilou nossa gente para a explosão de alegria, anualmente, antes do período da quaresma. Hoje, encontramos ao longo de todo ano, em cada canto do país, atrações lúdicas e tradicionais. O carnaval, ainda que de forma comercial, tem calendário itinerante pelas principais praças, atraindo muita gente e gerando recursos financeiros, tanto para municipalidade, comércio local, empresários do entretenimento e mesmo para a população fixa e a circunstancial. Os problemas do país são sérios, a corrupção cada dia mais arraigada, atingido desde os grotões, até, e principalmente os grandes centros, com grande notoriedade a capital federal. Mas, ainda bem que temos o carnaval, para nos tirar desse foco inconveniente e nos propiciar condições para encarar, os demais dias do ano, com todas as suas vicissitudes e percalços.domingo, 12 de fevereiro de 2012
GRAVE AS GREVES
O bicho está pegando! Este ano a coisa tem estado preta. Tivemos ano passado ao episódio envolvendo a turma do corpo de bombeiros, e outras manifestações Brasil afora. O Ceará deu o seu recado, agora tivemos sérios problemas na Bahia e um movimento à meia bomba aqui no Rio de Janeiro. Eu nunca fui apologista da greve, seja no âmbito particular, como nos serviços público, e, principalmente nas corporações policiais militares. Sou apologista da prática da tolerância ZERO. Sim, ao cumprirmos com exação a missão constitucional, sem abrir mão do estrito cumprimento do dever, sem fazermos vistas grossas às faltas praticadas. Sem prevaricar, sem atender a pedidos de autoridades e seus apaniguados, estaremos valorizando nossas atividades e demonstrando a importância que representamos no contexto social. O policial, com sempre soubemos de priscas épocas, É O TERMÔMETRO DA SOCIEDADE! O rescaldo dessas ditas greves, dão nos a perfeita visão da nossa relevância em defesa dos cidadãos e de seus patrimônios. Não se justifica que esses agentes da segurança pública, tenham ganhos tão ínfimos, discrepando com integrantes de categorias com muito menos encargos, menor importância social, menor riscos de vida, em fim, sem grandes responsabilidades. O povo brasileiro precisa se imbuir de que a polícia é a única instituição disponível por vinte e quatro horas, diariamente. Havemos de preservá-la, de reformularmos seus métodos de atuação, proporcionar melhores condições de atuação, aos seus integrantes, bem como,
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
A HORA DA VERDADE
Cada dia em que vivemos aprendemos, sempre, um pouco mais. Não adianta querermos ficar alheios, que apesar de nossa distração, quando fazemos um retrospecto, sempre nos vemos mais conscientes, mais sábios. O aprendizado é constante, uns assimilam mais e com menos esforço, outros, ao contrário, demonstram dificuldades e conquistam menos conhecimentos. Nas horas difíceis da nossa vida, encontramos posturas diametralmente opostas: de onde jamais se esperava apoio, surge de bom grado, com entusiasmo, perseverança e alegria. Por outro lado, de onde se punha a mão no fogo, descobre-se o egoísmo, a omissão, a indiferença. Desde os primórdios da vida que a coisa é assim, mas, o ser humano, em quase sua totalidade, paga para ver!
Estou vindo de uma séria intervenção cirúrgica, onde pude bem comprovar tais atitudes. Obtive a atenção, o apoio, a dedicação, o empenho, a assistência, a preocupação, por parte de muita gente. Um singelo amigo, dos tempos de ginásio, atualmente radicado nos Estados Unidos, durante minha estada na unidade de terapia intensiva, ligou procurando saber do meu estado de saúde, assim como muitos outros parentes e amigos, chegando a congestionar o sistema de telefonia do hospital. No período de convalescença, muitas visitas, ligações, recados, enfim, a demonstração de apreço foi espetacular. No momento em que fui informado quanto a necessidade de apresentar dez doadores de sangue, vali-me da jovem Amanda que acionou os meios eletrônicos, havendo uma verdadeira enxurrada de voluntários, excedendo as necessidades. Contudo, toda rosa tem espinho! Determinadas pessoas tidas e havidas com "pule de dez", fizeram "forfait". As razões podem ser explicáveis, entretanto, por certo, não serão suficientes para justificar a omissão. Realmente é convivendo que se descobre quem é quem. Ninguém consegue enganar, sempre, a todos. Logram, por algum tempo, ludibriar alguns. O homem mais correto que passou pela Terra, foi traído e morreu na cruz. Daí, qualquer outro mortal, sempre estará sujeito a qualquer ação menos alvissareira. A vida continua,vamos superando os percalços, dando a volta por cima e correndo para o abraço! Nunca é tarde para se recomeçar, infelizes os que se julgam velhos, ultrapassados, fora do contexto, que sabe faz a hora! Eu tenho plena consciência de minha capacidade laborativa, intelectual, física e humana. Não posso asseverar por quanto tempo ainda permanecerei nesse mundo, mas, com absoluta certeza, enquanto a saúde permitir e a mente estiver plena, procurarei manter-me inserido no contexto, produzindo, sorrindo, vivendo, amando, desejando, conquistando, servindo, superando os óbices, enfim, aguardando com honradez a hora da verdade!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
A VOLTA
Depois da tramitação administrativa, marquei a visita ao cirurgião, Dr. Valdo Carreira, em seu consultório localizado na centro empresarial da Barra da Tijuca. No dia da consulta, o prestigiado cirurgião avaliou os exames a que fora submetido, informando-me que em torno de quinze dias, eu deveria ser internado no Hospital Status Cor, para realizar a cirurgia.
No dia vinte e seis de setembro, após receber ligação de funcionários do Status Cor solicitando a apresentação dos doadores de sangue, internei-me para a cirurgia, marcada para o dia seguinte. Através do empenho de muita gente, algumas que nem conheço ou sei o nome, foram cumpridos os requisitos sobre os doadores. Nesse empenho, por dever de honra, tenho que agradecer a jovem Amanda, que em muito contribuiu ao pleno êxito. Durante a cirurgia nada posso dizer, apenas que no dia de S. Cosme e S. Damião, santos médicos, cerca das quinze horas, fui encaminhado ao centro cirúrgico, oportunidade em que ouvi diálogo sobre uma medicação, a qual já deveria ter sido ministrada, e, somente voltei a dar por mim, em horário avançado, dentro da unidade de terapia intensiva, assistindo ao ROCK IN RIO. Nos dias seguintes permaneci no leito, tendo a minha volta a equipe médica e paramédica, recebendo plena atenção, até o dia primeiro de outubro, quando fui encaminhado ao apartamento, onde permaneci até receber alta no dia quatro, sendo liberado para a convalescença na residência da minha filha.
Enquanto estive internado, obtive a melhor atenção de todos, desde os médicos que durante vinte e quatro horas permaneciam atentos aos pacientes, como pelos enfermeiros e demais profissionais vinculados ao nosocômio. Os parentes e amigos foram constantes, seja nas visitas, como através das constantes ligações, desejando-me plena recuperação. Os profissionais do hospital, solicitei a secretária do Starus Cor que me passasse a relação, mas, infelizmente essa não encaminhou-me o e-mail. Os parentes e amigos, relacionei-os e guardo com carinho os seus nomes no meu relicário.
Durante minha estada na residência de minha filha Bianca, recebi todo o carinho e conforto, sendo recepcionado ao chegar do hospital, por minha neta Mariana, com diversos cartazes de boas vindas e votos de total recuperação. A romaria de visitantes, também foi importante e massageou meu ego! Assim é, no dia 11 de outubro, visitado pelo JOSÉ DOMINGOS e pelo GILBERTO EMERY, aproveitei a carona e dei uma fugida até o banco. No dia seguinte, feriado, dei outra fugida com minha filha e seu marido Leonardo, até a casa dos genitores deste, onde permaneci duranta a tarde, enquanto eles iam ao Leme. No dia 18, atendendo a recomendação médica, apresentei-me ao Dr. Rafael, cardiologista que elegi para acompanhar-me doravante. No dia seguinte retornei à Barra, onde um dos integrantes da equipe cirúrgica examinou-me, dando-me parabéns pela evolução pós cirúrgica. Na oportunidade, acompanhado pelo Edmar - pai do Leonardo - ponderei com o cirurgião quanto as chances de dar um esticão até Teresópolis, onde resido atualmente. Mediante o seu assentimento, no dia 22, saí sozinho pela primeira vez. Embarquei em um taxi, fui ao ponto final do frescão, saltando no Castelo. Dei um bordejo pela periferia, fui ao banco e dirigi-me ao escritório. Participei de uma reunião com o Dr. J. Domingos e um cliente, e, ao final da tarde, juntamente com o Dudu, embarquei para Tere. Passei um bom final de semana e quando me preparava para voltar na segunda, recebi uma ligação do J. Domingos, falando-me que não estaria em condições para atuar em uma audiência naquele dia, perante o juízo da Violência Doméstica. Assim, acabei sendo compelido, ainda em plena convalescença, a fazer minha rantré nas lides forenses. Antes do final do ano ainda compareci a mais duas audiências, além de ir, ao menos uma vez por semana, até o escritório. Mantive sem dirigir até o dia 21 de dezembro, e, sem carregar peso, conforme recomendação médica, persisto. Afirmo, não sinto mais nada do que sentia até a internação em 21 de julho, procurando cumprir as orientações médicas com rigor. Retorno, periodicamente, a consulta médica, inclusive em dezembro, realizei novo ecocardiograma, oportunidade em que o Dr. Rafael disse-me estar tudo bem, e que em março suspenderá um medicamento , contudo, carecerei continuar administrando outros comprimidos.
Deus sempre esteve comigo, e, com ele muita gente tem se feito presente. Obrigado pelo apoio, pela colaboração, pela competência, pela dedicação, pela força, pela consideração. Estou de volta, MUITO OBRIGADO!
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