Não bastassem as consequências das fortes chuvas que assolaram a região serrana fluminense, ainda temos que conviver com a falta de sensibilidade e mau caráter de determinadas pessoas. Em dado momento, ficamos sabendo que o motorista da UERJ desviou-se do roteiro para entrega dos donativos, tomando rumo de casa, e, em conluio com seu irmão, desviaram parte da carga. Em Nova Friburgo, outro motorista, de forma inconsequente, desfez-se da carga - roupas e calçados - de forma abrupta, espalhando pelo chão, aquilo que muitos solidários com a dor alheia, amealharam e promoveram a remessa aos necessitados. Outra situação desagradável, prendeu-se ao buchicho havido entre os representantes da municipalidade teresopolitana e equipes da Cruz Vermelha, ao que se depreende, cada qual procurando tirar partido da desgraça alheia, esquecido que nessa hora, o mais importante é valer-se do lema do mosqueteiros: - "UM POR TODOS, TODOS POR UM!". Também ficou esquisito a notícia de que um voluntário, teria reproduzido em seu blog, comentários de terceiros, dando conta de que autoridades municipais estariam mascarando a realidade, sonegando informações quanto a realidade plena da tragédia. Realmente, apesar da mobilização e boa vontade da sociedade brasileira, desde os mais humildes aos grandes industriais, cada qual ao seu modo, contribuindo para minimizar as agruras das vítimas, sempre surgem os picaretas, que em meio a dor, visam suas conveniências e suas patifarias. Não sou apologista do atual governo do estado, contudo, uma verdade inconteste, é a fibra e determinação do vice-governador, no exercício do cargo de secretário de obras, junto com do diretor do EMOP e outros mais, que se alocaram em Nova Friburgo e de forma incansável vêm se dedicando a superar os inúmeros problemas locais. Em meio a tanta miséria e desolação, não pode passar desapercebido o empenho dos voluntários e servidores, de todo escalão e setores. O pessoal da COMLURB, deslocou-se da capital e deu show na serra. A galera dos bombeiros, defesa civil, polícia militar, forças armadas, médicos, para-médicos, engenheiros, a turma da justiça, voltada para liberação dos corpos das vítimas fatais, enfim, é difícil enumerar quem mais se empenhou. Podemos resumir que foi a verdadeira corrente prá frente. A propósito, o que nos deixa preocupado, justamente, é o prá frente, o que está por vir. Estão fazendo muitas promessas, algumas plenamente factíveis, outras, cheirando a demagogia. Oxalá eu esteja sendo crítico demais, e venha mas tarde a descobrir meu equívoco, contudo, é bom prevenir, para não ter que remediar. Vamos colocar os pé no chão, ao menos nesse momento de perdas, onde as chuvas não pouparam ricos ou pobres, para buscarmos soluções concretas e realísticas. Onde não for possível construir, vamos brecar, demolir, enfim, evitarmos novas vítimas, aos futuros temporais. A lei existe, e, em sua maioria, tem bons fundamentos. Contudo, sua aplicação fica a desejar, especialmente porque os políticos, são useiro e vezeiro, em descumpri-las, visando tapar o sol com a peneira e conquistar mais alguns votinhos nos vindouros pleitos, independente dos prejuízos materiais e legais que possam causar, independente das mortes.
MEUS DEVANEIOS, MINHAS EXPECTATIVAS, MINHAS ALEGRIAS, MEUS ANSEIOS, MINHAS CONVICÇÕES, MINHAS ESPERANÇAS, MINHAS BRONCAS, MINHAS OPINIÕES.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
CRUZ CREDO
Não bastassem as consequências das fortes chuvas que assolaram a região serrana fluminense, ainda temos que conviver com a falta de sensibilidade e mau caráter de determinadas pessoas. Em dado momento, ficamos sabendo que o motorista da UERJ desviou-se do roteiro para entrega dos donativos, tomando rumo de casa, e, em conluio com seu irmão, desviaram parte da carga. Em Nova Friburgo, outro motorista, de forma inconsequente, desfez-se da carga - roupas e calçados - de forma abrupta, espalhando pelo chão, aquilo que muitos solidários com a dor alheia, amealharam e promoveram a remessa aos necessitados. Outra situação desagradável, prendeu-se ao buchicho havido entre os representantes da municipalidade teresopolitana e equipes da Cruz Vermelha, ao que se depreende, cada qual procurando tirar partido da desgraça alheia, esquecido que nessa hora, o mais importante é valer-se do lema do mosqueteiros: - "UM POR TODOS, TODOS POR UM!". Também ficou esquisito a notícia de que um voluntário, teria reproduzido em seu blog, comentários de terceiros, dando conta de que autoridades municipais estariam mascarando a realidade, sonegando informações quanto a realidade plena da tragédia. Realmente, apesar da mobilização e boa vontade da sociedade brasileira, desde os mais humildes aos grandes industriais, cada qual ao seu modo, contribuindo para minimizar as agruras das vítimas, sempre surgem os picaretas, que em meio a dor, visam suas conveniências e suas patifarias. Não sou apologista do atual governo do estado, contudo, uma verdade inconteste, é a fibra e determinação do vice-governador, no exercício do cargo de secretário de obras, junto com do diretor do EMOP e outros mais, que se alocaram em Nova Friburgo e de forma incansável vêm se dedicando a superar os inúmeros problemas locais. Em meio a tanta miséria e desolação, não pode passar desapercebido o empenho dos voluntários e servidores, de todo escalão e setores. O pessoal da COMLURB, deslocou-se da capital e deu show na serra. A galera dos bombeiros, defesa civil, polícia militar, forças armadas, médicos, para-médicos, engenheiros, a turma da justiça, voltada para liberação dos corpos das vítimas fatais, enfim, é difícil enumerar quem mais se empenhou. Podemos resumir que foi a verdadeira corrente prá frente. A propósito, o que nos deixa preocupado, justamente, é o prá frente, o que está por vir. Estão fazendo muitas promessas, algumas plenamente factíveis, outras, cheirando a demagogia. Oxalá eu esteja sendo crítico demais, e venha mas tarde a descobrir meu equívoco, contudo, é bom prevenir, para não ter que remediar. Vamos colocar os pé no chão, ao menos nesse momento de perdas, onde as chuvas não pouparam ricos ou pobres, para buscarmos soluções concretas e realísticas. Onde não for possível construir, vamos brecar, demolir, enfim, evitarmos novas vítimas, aos futuros temporais. A lei existe, e, em sua maioria, tem bons fundamentos. Contudo, sua aplicação fica a desejar, especialmente porque os políticos, são useiro e vezeiro, em descumpri-las, visando tapar o sol com a peneira e conquistar mais alguns votinhos nos vindouros pleitos, independente dos prejuízos materiais e legais que possam causar, independente das mortes.
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