quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

SÉTIMO DIA


Ontem, dia 10, estivemos presentes a Igreja da Lampadosa onde se deu a missa de sétimo dia pela alma de PAULO TAVARES DE LIMA. O pequeno e suntuoso templo da Praça Tiradentes esteve repleto de parentes e amigos do prateado, todos visivelmente sensibilizados com a perda do dileto amigo e companheiro. A viúva e filhos distribuiram aos presentes mensagem enaltecendo as virtudes do falecido, gratificando a todos com essa singela obra de bom gosto, apesar do momento sensível. Após o ato religioso os associados da AOMAI, promoveram na sede da entidade reunião de diretoria, onde foi enfatizada a importância do falecido presidente para aquela entidade. O vice-presidente, cumprindo os ritos estatutários, assumiu a presidência e ficou agendada para última quinta-feira de março a próxima reunião, quando os administradores procurarão delinear os próximos passos para a entidade. A ASPOM solidária com a família e reconhecendo a importância do falecido ao longo de sua estada no seu quadro associativo, vem preparando homenagens marcantes, para perpetuar o nome do PT na galeria dos maiores representantes da entidade. Lamentamos o passamento do PAULO, por tudo que o mesmo representa para ASPOM e ficamos combalido, ante a sua promessa de empenhar-se na divulgação da chapa AÇÃO, ORDEM e PROGRESSO - CHAPA 01, inscrita no próximo pleito sucessório na ASPOM, a relizar-se dia 13 de março, de 09/17 horas.
Na foto; Coronel Costa Filho e esposa, Paulo Tavares e Roberto Belo, em evento social na AME.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

VIVENDO E APRENDENDO


1. Procure Soluções, Não Culpados.
É evidente que todo problema ou conflito tem uma causa, e, se você procurar, vai encontrar o culpado também. Mas, ao fazer isso, estará também desviando preciosa energia e tempo na caça às bruxas,em vez de se concentrar na solução que, a rigor, é a única saída para o desentendimento.Focalize sua atenção nos ganhos da solução e esqueça a sessão de acusações mútuas.Olhe um nível acima,concentre as pessoas nas metas (é o que elas mais deveriam ter em comum), enfoque as convergências (não as divergências), comprometa as pessoas na busca da melhor solução,encare isso de forma objetiva e também positiva. Só depois fale a sós com o causador do incidente (se houver um e puder identificá-lo), mostrando-lhe a inadequação da atitude e os resultados disso. Grande parte das vezes uma conversa sincera, respeitosa e objetiva evitará a repetição do ocorrido,desde que as causas sejam tratadas.

2. Analise a Situação.
A. Faça as seguintes perguntas: QUAL é realmente o problema?, QUEM está envolvido?, O QUE aconteceu?, Desde QUANDO vem ocorrendo?, ONDE aconteceu o desentendimento (em que departamento, setor, área geográfica etc.)?, POR QUE ocorreu o conflito?,Poderia ter sido evitado?
B. Busque alternativas de solução. Aponte as opções que você julgar mais plausíveis para resolver o conflito.
C. Escolha a melhor alternativa com base nas informações à sua disposição
D. Implante e avalie. Ao implantar a solução, faça acompanhamentos periódicos para detectar eventuais desvios de rotas, promovendo reuniões com os envolvidos.Os passos b, c e d poderão também ser realizados com os envolvidos, desde que haja abertura e clima propício para isso.

3. Mantenha um Clima de Respeito.
Ao dialogar com a(s) parte(s) envolvida (s), mantenha sempre um clima de respeito e consideração pois essa será a plataforma que sustentará o entendimento. Evite todo o tipo de sarcasmo, ironia ou agressividade, pois funcionarão como combustível para aumentar a fogueira.

4. .Aperfeiçoe a Habilidade de Ouvir e Falar.
Não interrompa quando a outra pessoa estiver se explicando,saiba ouvir e ouça também as entrelinhas, isto é, o que ela não está dizendo mas insinuando por gestos, tom de voz e postura. Assim descobrirá muito
além das aparências. Faça perguntas que levem ao esclarecimento do problema.Mesmo que em circunstâncias normais não se deva interromper quem fala, se a outra pessoa não consegue desenvolver seu pensamento, ou estiver se desviando do assunto ou ainda se expressando com dificuldade, interrompa fazendo perguntas objetivas que recoloquem o diálogo nos trilhos. Pergunte qual é a sugestão da outra pessoa para sanar o conflito.

5. Seja Construtivo ao Fazer uma Crítica.
Evite a armadilha da personalidade, usando frases diretas e acusativas do tipo: “Você só sabe trabalhar para si e não ajuda ninguém” ou “Você me prejudicou de propósito”. As pessoas sentem-se acusadas e colocam-se na defensiva quando ouvem frases como “Você fez isso” ou “Você errou aquilo”. Concentre-se no problema ou comportamento e não na personalidade das pessoas. No primeiro exemplo anteriormente dado, uma outra forma de abordagem poderia ser: “Seu comportamento de afastar se do grupo trem trazido problemas quanto ao cumprimento de prazos do setor”. No segundo exemplo, a frase poderia ser: “Sua atitude acabou me prejudicando”. Evite também críticas vagas ou malfeitas do tipo:“Seu trabalho tem deixado muito a desejar”. É algo muito impreciso: por isso fale de modo específico: “A pontualidade é algo muito importante para mim, e o seu relatório foi concluído com dois dias de atraso. Além disso, o item 5 não faz menção às novas datas estipulados pelo cliente, conforme os dados que lhe repassei anteriormente”. Da mesma forma, quando alguém lhe dirigir críticas vagas, solicite esclarecimentos “Você é muito negativo” ou “Seu trabalho está abaixo da média” não dizem muito. Pergunte então: “Onde o meu comportamento é negativo?” ou “Onde o meu trabalho está abaixo da média? Eu gostaria de saber para melhorar”.

6. Procure a Solução Ganha-Ganha.
O ganha-perde ou perde-perde são as piores formas de solucionar conflitos. Sempre restarão alguns estilhaços doloridos, aguardando a melhor hora para o contra-ataque. Procure a relação ganha-ganha em que ambos os lados saiam ganhando, sem impor ou humilhar a outra parte. Os conflitos não são casuais. Eles ocorrem quando as pessoas sentem-se frustradas ou humilhadas, ignoradas, não reconhecidas, injustiçadas, inseguras,traídas ou algo assim.Por outra lado felizmente as pessoas todas evitam conflitos e tornam-se cooperativas sempre que percebem algo de vantajoso para elas ou para o grupo. As pessoas cooperativas são aquelas que têm algo a ganhar com isso, e grande parte das vezes não se trata de dinheiro. Elas podem querer, por exemplo, segurança, estabilidade, reconhecimento, promoção, crescimento pessoal, harmonia em equipe, desafios profissionais, elogio etc.Mostre, portanto,à outra parte o que ela tem a ganhar com a solução do conflito (ou o que ela tem a perder se perdurar) e terá dado um grande passo para a solução do desentendimento.

7. Aja Sempre no Sentido de Eliminar Conflitos.
Existem muitos métodos para eliminar comportamentos de resistência. Você poderá utililizar um ou vários desses métodos para resolver impasses com colegas ou subordinados:
A.Mostre um Exemplo de Sucesso.Exemplifique como o mesmo problema Foi enfrentado pela pessoa X ou pelo Departamento A e que a solução foi encontrada utilizando o mesmo processo a ser agora adotado, provando, assim, sua eficiência.
B.Dê uma Garantia. Garanta que, se o novo layout, a nova tecnologia ou seja lá o que for, não der certo dentro de um determinado prazo (quinze dias, um mês etc), então será adotado o sistema antigo ou algum outro.
C. Faça uma Demonstração. Há resistências quanto a um novo equipamento ou um novo sistema?Use-o ou faça-o você mesmo funcionar (ou alguma outra pessoa que entenda disso) e mostre os resultados positivos.
D.Tente Simplesmente Ouvir. Ouça os argumentos da outra parte amistosamente. Ao terminar o que ela tem a dizer, experimente persuadi-la por meio de uma argumentação seqüenciada e lógica.

8. Evite Preconceitos.
Preconceitos são, talvez, os piores bloqueadores na administração de conflitos. Estão relacionados com valores e crenças profundamente arraigados no íntimo das pessoas. A própria palavra preconceito explica o seu significado: pré-conceito, isto é, conceito prévio. O conceito já está previamente embutido e cristalizado na mente da pessoa, atuando como um clichê ou rótulo, sempre que determinado assunto é abordado. Suspende-se o julgamento (um dos dons mais preciosos do ser humano)
e aciona-se o piloto automático, que passará então a comandar os pensamentos a respeito do tema ou da situação enfrentada. Os preconceitos mais comuns estão relacionados a cor, religião, sexo, nacionalidade, idade, ideologia política,deficiência física e mental. É difícil libertar-se desses estereótipos, mas uma das melhores armas contra eles é imbuir-se e conscientizar-se de cada caso é um caso e cada pessoa é uma pessoa,e que o problema deve ser administrado dentro de sua realidade única e específica, por mais parecido que possa ser com casos semelhantes do passado. Toda pessoa é única (não existem duas iguais, por mais semelhanças que possam ter) e todo conflito é singular, pois os fatores que o originaram nunca são totalmente idênticos e, se o são, os desdobramentos poderão tomar rumos inusitados. Pense nisso da próxima vez em que tiver de solucionar um conflito sobre o qual você ache que já sabe tudo a respeito por já ter enfrentado situações iguais e pessoas parecidas.



9. Mantenha a Calma.
Mantenha a calma, não reaja mal às más-notícias e, sobretudo, não se irrite se alguém discordar de seu ponto de vista. Administrar conflitos significa também administrar a si mesmo e ao seu humor. Ambigüidades, incertezas e atitudes passionais fazem parte do processo conflitual, principalmente nos estágios mais agudos.
Mantenha a cabeça fria e segure a mão firme no leme, sem perder o controle da situação, e tenha uma atitude de tranqüilidade e confiança. Devido a essa postura, os outros aceitarão sua liderança e passarão a confiar em você. Escolha sempre o momento mais adequado para tratar do assunto conflitante. Conserve o objeto da discórdia exclusivamente entre os envolvidos, e abstenha-se de fazer propaganda, fofoca ou lançar boatos a respeito.
Se a situação estiver muito confusa e os ânimos exaltados, às vezes é bom dar um tempo, para que as cabeças esfriem. Convoque uma reunião para mais tarde ou para o dia seguinte e, enquanto isso, faça o seu dever de casa e analise bem a situação para estabelecer sua estratégia de abordagem.

10. Quando Estiver Errado, Reconheça o Erro.
Isso não vai diminuí-lo ou torná-lo vulnerável, como muitos supõem.
Pelo contrário,você provocará o respeito dos outros por demonstrar que o seu interesse não é provar que você é perfeito ou infalível, mas sim buscar a melhor solução para o conflito, mesmo que, para isso, você tenha que admitir que cometeu um erro.

11. Não Varra os Problemas para Debaixo do Tapete.
Se houver um conflito enfrente-o, usando para isso a abordagem que melhor se coadune com o momento. Não ignore a situação, nem contemporize achando que o tempo sanará o desentendimento.O tempo quase sempre só agravará a discórdia. Pode, no entanto, haver situações especiais em que é mais vantajoso não encarar o conflito do que enfrentá-lo, pois a relação custo- benefício seria desfavorável.
Neste caso use o seu bom senso para discernir quando fazê-lo.

Condensado do livro “Manual do Chefe em Apuros” de Ernesto Berg, editora Makron Books (esgotado).

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NA FOTO: ROBERTO BELO e o grande atleta JOÃO ALVES DOS SANTOS, também integrante do CFS 69/70

REUNIÃO PROVEITOSA


Merce do pleno entendimento dos companheiros adeptos ao nosso grupo, a chapa 01 - AÇÃO ORDEM E PROGRESSO, caminha a passos largos para conquistar seus objetivos. Novos associados vêm se juntando ao grupo originário, outros hipotecam solidariedade e se colocam ao dispor. Não pretendemos fazer, como anteriormente afirmado, muito oba-oba, uma vez que a entidade não se encontra em seu melhor momento. Estamos cientes e conscientes das dificuldades, e, por isso mesmo, com profunda vontade de fazer a ASPOM ressurgir das cinzas, qual a mitológica PHENIX! Recentemente tivemos notícias de comentários elogiosos aos nossos trabalhos, advindos de pessoas da cúpula da corporação, profunda conhecedora de ambos os candidatos. De plano agradecemos as palavras vertidas a terceiros, que nos passaram, e, saiba ilustre comandante, sabedouro da confiança em nossa honestidade, espírito de classe e outras lantejoulas nos salpicadas, longe de nos envaidecer, ficamos mais conscientes do peso do compromisso que pretendemos assumir. Sim, notoriamente, perante os associados da ASPOM estamos compromissados, contudo, a cada autoridade que expressa sua confiança em nosso taco, nos tornamos mais conscientes de que não poderemos decepcioná-los. Na ativa jamais fomos subservientes, entretanto, da mesma forma, nunca fomos insubordinados. Buscamos permanentemente cumprir nossas obrigações com a corporação, independente de quem estivesse no comando, ou nos chefiando. Quando comandávamos nossas frações de tropa, jamis olvidamos esse compromisso. Acima do graduado estava a instituição e os homens sobre nosso comando, geralmente chefes de família, precisavam ser respeitados, independente da hierarquia. No âmbito da ASPOM, buscamos manter a mesma filosofia. O trabalho é o principal objetivo, contudo, não se prescinde da mão de obra, e os nossos empregados representam a primeira vitrine da associação, perante o associado. São eles que nos dão vida e poderão contribuir para a derrocada da ASPOM. Vamos ampliar o quadro social, depurar e qualificar nossos empregados, criar um clima de respeito e consideração mútua e recíproca, entre diretores, associados, familiares e funcionários da ASPOM. Jamais poderemos deixar de cumprir nosso lema: "UM POR TODOS, TODOS POR UM!"

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A FOLIA ESTÁ CHEGANDO


Hoje é sábado, e estamos a uma semana do Carnaval! Aqui no Rio de Janeiro, a folia já começou. Blocos já se fazem presentes, dando o tom que reinará nos próximos dias. Hordas de cariocas, começam a buscar as praias da região dos lagos e da costa verde. Turistas aos borbotões estão chegando. Os únicos que não têm o direito de curtir, são os policiais militares! Carnaval é época de trabalho aumentado. Além das escalas especiais, voltadas aos desfiles das escolas de samba e dos blocos, ainda tem a segurança da cidade, polvilhada de estrangeiros e mesmo de brasileiros de outras bandas, que se tornam presas fáceis aos cidadãos marginais. A mídia, entra ano, sai ano, pouco muda em seu enfoque. Político vem, político vai, promessas surgem, perspectivas são acenadas, mas, de concreto, pouca coisa mudou. Nos idos de 1967, recordo-me haver trabalhado por cerca de vinte e sete horas direto, na avenida Rio Branco. Entrei de serviço as 14 horas do sábado e retornei as 17 horas de domingo, e, por gracioso erro do escalante, encontrava-me faltando ao serviço desde as 14 horas de domingo. Hoje, na Marques de Sapucaí, os desfiles são cronometrado, e, salvo os eventuais incidentes, pela manhã se encerra a noitada. Vamos colocar os blocos na rua, sem usar a via pública para se desapertar, haja vista as instalações dos banheiros químicos. Mas, seu prefeito, os bares e restaurantes, também poderiam melhorar suas precárias instalações e não sonegar o acesso ao folião apertado, que certamente, poderá ser o seu cliente de amanhã! No mais, é muita paz, harmonia, perseverança e torcer para que minha PORTELA, não seja mais garfada!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

PAULO TAVARES NÃO MORREU


Ontem, três de fevereiro, durante a reunião de diretoria na ASPOM, abordou-se a situação do ilustre associado da entidade e presidente da AOMAI, PAULO TAVARES DE LIMA, hospitalizado há alguns dias no HCPM. Durante esse período os diretores da entidade buscaram, cada qual, dentro de suas possibilidades, visitar o enfermo ou solidarizar-se com seus familiares. Dias antes da internação, visitei-o na residência, e, apesar das suas evasivas, diante da aparencia do seu estado físico, sua dileta esposa, na saída antecipou-me quanto à gravidade da situação.
Domingo último, retornei a sua casa, e seu filho, insone, retornando do plantão a beira da cabeceira do pai, ratificou a falta de melhores expectativas.
Hoje, antes das sete, uma de suas filhas ligou-me dando a triste notícia. Por alguns instantes, viajei no tempo, busquei reviver bons e maus momentos vividos juntos e contra o agora falecido. Em dado momento, fiz ilações entre alguns eventos que estive a frente e o homenageado não alcançou o ano seguinte. Diferente não foi com o PT, encabeçei e apoiado por uma falange de amigos, comemoramos na ASPOM, seus 80 anos.
Na urna, o vimos pela última vez, e em meio a familiares e amigos, o conduzimos até a derradeira morada, encimando a urna, a bandeira da ASPOM. O Catumbi esteve bombando, presentes grande parte dos seus amigos, desde os funcionários e dirigentes das entidades, o Deputado Paulo Ramos, inúmeras coroas de flores, encaminhadas pela IRMANDADE, AME, ASSINAP, AOMAI, ASPOM, Famílias TOBIAS e FERREIRA, e outros, parentes e amigos. Em cada semblante a mesma interrogação: E agora José? Como ficará a AOMAI, e o Jornal do COR? Não que aos remanescentes falte competência ou qualidade, mas, principalmente, porque não haverá quem se dedique com a pertinência do pranteado.
Sua imagem será irretocável. Seu talento indiscutível. Sua onipresença, incomparável. Seu tirocínio, invejável. Sua dinâmica inimitável. Vamos, por muito tempo, e quiçá, eternamente, conviver com a imortal presença do Bom-conselhense, que um dia largou o sertão, não quis ser auxiliar de tabelião, pretendeu aportar na Armada e acabou encontrando porto seguro na meganha.
Descanse em paz, embora paire dúvida se ao lado de Cipriano, Delmondes, Fortunato, Orlando Rangel, Jobel, e outros mais, logo, logo, não venha a ser criada nova ASPOM e editados novos jornais, nos recônditos celestes.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

BRASILIA EM CHAMAS




O dia de hoje, pelo que vimos através da mídia e dos blogs, será um marco na história das policiais militares e corpos de bombeiros militares do Brasil! Ao que parece, finalmente, as corporações estaduais acordaram da longa noite que perdurou cerca de 200 anos e começa a entender, qual os saltimbancos, isolados somos presa fácil, unidos fica difícil de sermos derrubado. Não entro no mérito da questão se a/s PEC/s são boas, factíveis, possuem constitucionalidade ou mesmo, venham a merecer aprovação nas duas casas do Congresso brasileiro. Cada qual tem sua convicção, cada um acredita no que bem quer. Se vale de argumentos concretos ou abstratos. Tudo isso entendemos e, particularmente, temos nossas posições. Atualmente exerço as funções de Diretor Procurador da ASPOM, como tal, vejo-me na contingência de pautar minha conduta pelo perfil da administração, nem sempre sendo voto vencedor nas proposituras em pauta. No tocante a PEC 300, sentimos o dedo de outras entidades, talvez ambicionando a primazia em nosso estado e postergando a ASPOM nas pugnas ditas populares, ou populistas. Não tenho, e não pretendo vir a ter qualquer engajamento político partidário. Sei que sou político de corpo e alma, contudo, não aceito a forma de se fazer política em nosso país. Sou desde criança vascaíno convicto. Meu finado pai era tricolor, e, jamais pensei em virar casaca, chova ou faça sol, ganhando ou perdendo. Daí, não aceitar as mudanças de partidos que acontecem noite e dia, um dia sim, outro também. Dessa forma, em minha ingenua convicção, esperava que após a abertura, seugissem, com de fato surgiram, várias legendas e depois, naturalmente, haveriam as acomodações e com isso, ficariamos restritos a meia dúzia de partidos ou pouco mais. Ledo engano! O famigerado horário gratuito na rádio e televisão, perverteu o sistema partidário e atualmente estamos cheios de legendas de aluguel, alcançando o absurdo quantitivo de 27 - vinte e sete - partidos oficialmente registrados no TSE. Voltando ao movimento em torno da PEC-300, certamente esse anseio vem agitando os quatro cantos do país e estamos sabendo que ao menos 17 - dezesete delegações dos vinte e sete estados brasileiros estão na capital federal. Deus permita que esses companheiros tenham o bom senso e diante da magnitude do momentos, saibam capitalizar a oportunidade, fazendo ver aos políticos que somos qual o boi, uma força não explorada convenientemente. Não podemos nos permitir cair em cantos da sereia, embarcando em canoas furadas, firmando compromissos com políticos matreiros e sem honra, ou mesmo com partidos useiros e vezeiros em terem seus membros e diretórios, envolvidos com patifarias.


Estou candidato a presidência da ASPOM, em pleito a se realizar no dia 13 de março. Deus permitindo que a chapa 01 - AÇÃO, ORDEM e PROGRESSO seja vencedora, estaremos nos organizando para mantermos permanente acompanhamento dos movimentos reivindicatórios, com possíveis participações, sempre que entendermos se tratar de atividades sólidas, sem demagogia ou qualquer conotação próxima a "PICARETAGEM"!


Nossos companheiros PAULO CESAR e ADEMIR PEIXOTO, estão em Brasília e nos encaminharão noticiais frescas, que atravessaremos aos nossos eventuais leitores.


NA FOTO: Os então cabos Arnaldo NEVES e BALBINO, Subtenente TOBIAS e Sargentos MELO e ROBERTO BELO, formando os alunos do CAMP-Santa Rosa/Niterói.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A MARCHA COMEÇOU




Como anunciado sobejamente pela mídia, dos diversos cantos do país, policiais militares e bombeiros, estão a caminho de Brasília, com o fito de compelirem deputados e senadores a votarem o PROJETO DE EMENDA CONSTITUCIONAL - PEC 300/08, que em seu bojo contempla essas categorias com proventos dignos. A luta será renhida, e, para variar, está poluída pela ação de gente má intencionada, que busca tirar vantagem das dificuldades impingidas a essa laboriosa categoria profissional. Olhando por alguns prismas, encontramos sérias dificuldades para se alcançar a tão sonhada aprovação do projeto. Em verdade, sua tramitação vem recebendo sério assédio dos integrantes das corporações nos quatro cantos do país, cuja redenção de seus anseios, estão depositadas nessa emenda constitucional. Oxalá os senhores membros do congresso, possam ter o bom censo e venham acolher e votar o texto. O empenho dos policiais militares e bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, vem crescendo a olhos vistos, sendo que a pequena delegação ora em deslocamento, tem dentre seus integrantes dois companheiros que integram a Chapa AÇÃO, ORDEM e PROGRESSO, que estarão obtendo subsídios, para que em havendo necessidade e conveniência, também estejamos, em futuro próximo, engajados nessa empreitada. Aos companheiros PAULO CESAR e ADEMIR PEIXOTO, nossos votos de boa viagem e de muito empenho na defesa dos interesses de toda a categoria, do soldado ao coronel, ativo ou inativo. Fé em DEUS e ao SUCESSO!