Estamos vivenciando momentos espetaculares. Sim, as coisas vêm ocorrendo de forma inusitada. Ha poucos meses, verificou-se a renúncia de um Papa, a segunda na história do Vaticano. Um cardeal pouco badalado, em verdadeira "zebra", levou a melhor quando surgiu a fumaça branca. Um argentino, questionado pelo governo de seu país, assumiu o trono de Pedro. Diferente dos demais, despojou-se do fausto e assumiu postura franciscana, logo designado pela mídia de PAPA DOS POBRES. Como primeira incursão internacional, viajou ao Brasil para participar da JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE. Aqui em nossa terra, na cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro,
conseguiu o milagre de ser querido por todos independente da nacionalidade, credo ou cor da pele, jovem ou idoso. Transgrediu normas de segurança, foi simpático com todos, acariciou crianças, confortou doentes, agradou às massas! Em cada aparição o reboliço estava formado, a atenção redobrada e o povo se aglomerando, pouco se lixando com as intempéries, dificuldade em locomoção, problemas mil. Jovens dos quatro cantos do mundo, embevecidos pelas sábias palavras, perspectivas de melhor porvir. As autoridades batendo cabeça, sem saber como conter a fúria desse mais alto dignitário da igreja católica romana, desse pastor de ovelhas desgarradas, desse prolator de sentenças do bem. A mídia está encantada com a simplicidade e desapego do Papa, desfilando em carros simples, quebrando protocolos, irradiando alegria, superando o cansaço e transmitindo bondade. Que fenômeno é esse? Sinal de novos tempos, novas normas de condutas, descartada a empáfia, renegada a intolerância, resgatada a simplicidade, a simpatia a fé! Os jovens aos borbotões, alegres, felizes, inoculando esperanças, compartilhando sentimentos positivos, orando, cantando, esbanjando prazer, sonhando com uma vida melhor. Copacabana está em festa! Sua praia, ruas e avenidas apinhadas de jovens, todos com sorrisos nos lábios, desprovidos de perfídia, plenos de amor! Em cada esquina uma luz, em cada luz um sentimento, em cada sentimento a glória! As coisas mundanas, sempre colocadas a prova, estão sendo revistas, existe um chamamento a que se avalie até onde as conquistas pessoais devem suplantar, as vitórias coletivas. porque devemos ter, ao invés de ser. Ser um catalizador de sonhos, desbravador de um novo horizonte, conquistador de grandes lauréis, em prol da humanidade. Os êxitos pessoais, devem ser suplantados pelas epopéias triunfais para a coletividade. O novo Sumo Pontífice, em tão pouco tempo, conquistou a simpatia da massa, granjeou a confiança de muitos e projetou a esperança para seus seguidores. O Rio de Janeiro já está saudoso desse hermano argentino, que nos deu portentosa lição de vida. Realmente, pode-se afirmar, o Papa Francisco, representa uma força que ressurgiu. HabeamosMEUS DEVANEIOS, MINHAS EXPECTATIVAS, MINHAS ALEGRIAS, MEUS ANSEIOS, MINHAS CONVICÇÕES, MINHAS ESPERANÇAS, MINHAS BRONCAS, MINHAS OPINIÕES.
sábado, 27 de julho de 2013
domingo, 21 de julho de 2013
O FUTURO É HOJE
Durante nossa vida, vivemos empurrando com a barriga, determinadas situações, ora porque não desejamos ser cri-cris, ora porque não estamos nem aí, para a questão. O tempo passa, não nos damos contas dos problemas e assintomaticamente, vamos criando uma verdadeira bola de neve. Contudo, existe também aqueles, a todo instante, vivem batendo de frente, não fazem por menos, se estressam, são pavios curtos, nada perdoam, tentam ser sinceros demais, e não respeitam pessoa, lugares ou circunstâncias. Não devemos ser voltados aos extremos. Devemos buscar sempre o meio termo. Água em excesso faz mal, de menos, também não faz bem! Tudo precisa ser realizado comedidamente, devemos tentar, acima de tudo, nos agradar, sem chegarmos ao narcisismo. Não é legal sermos radical, não aceitarmos de plano, àqueles que não se coadunam com nossa visão de vida. Certamente, não devemos quedarmos a quem não comunga conosco, daí, porém, refutarmos liminarmente tais pessoas, realmente, não é legal. Devemos, no primeiro instante criarmos um paralelo entre nossas convicções e as dessas pessoas, analisarmos nossa realidade e a deles, até onde é de nosso conhecimento. Sendo possível, avaliarmos e compararmos nossas origens, nosso mundo, nossas vidas. A base de tudo na vida são os princípios: a educação, o meio ambiente. Nossos pais, desajustados, geram filhos problemáticos, a exceção, faz a regra, mas, de uma forma geral, é assim.Os percalços da vida estão aí, cada um com o seu cada um, cada pessoa estipulando seus limites e por vezes, vendo excedê-los. Muitas vezes, temos problemas, ficamos inseguros, nos cercamos de temores, danos volta para todos os lados e transferimos as soluções às calandras. Longe de resolver, criamos sempre novas questões, algumas mais sérias, com muita dificuldade para dar certo. Quando se trata de problemas do coração, aí, então, pior fica a verdadeira e derradeira solução. Somos vulneráveis, somos indeterminados, sem força para definir a resolução. O homem, por excelência machista, nessa hora fica cheio de dedos, sem convicção. Os queixumes são constantes, as querelas permanentes. Empurramos com a barriga, ficamos apavorados com a perspectiva de vir a dar um passo em falso. Adiamos sempre as soluções. Onde se encontra o fundamento para essa postura? Assim, caminha a humanidade. Na permanente expectativa do dia de amanhã, nesse compasso, nos esquecemos que o futuro, pode e deve ser ainda hoje. Não importa quando tempo ainda falte, o que não pode é faltar a solução...
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