sexta-feira, 7 de setembro de 2012

INDEPENDÊNCIA OU MORTE

Hoje comemora-se a data na qual o Brasil tornou-se independente do jugo português. Estamos a dez anos do bicentenário, e, ao longo desse tempo, o país vem passando por todo tipo de situação. Desde a proclamação da República, com a política dominante, a nação brasileira ficou dividida entre São Paulo e Minas Gerais, na política denominada café com leite. Veio a Revolução de 1930, a ditadura Vargas, o governo Dutra, a morte de Getúlio, a ascensão de JK, sua vigorosa política desenvolvimentista, a mudança da capital para o planalto central, até a Revolução de 1964. Durante os governos militar houve algum crescimento até a abertura política, com o retorno à vida pública de personalidades que haviam se exilado em outros países e outros tantos que ficaram arredio aos movimentos políticos. Após o impeechement do Collor, o governo Fernando Henrique conseguiu frear a galopante inflação dominante. Veio o populista governo LULA, sucedido pelo atual que tenta manter o mesmo diapasão. O nosso povo carece de muita coisa. Temos uma gente ordeira, que se contenta com praia, futebol, samba e cachaça. Nossa economia é oscilante, temos uma agricultura evoluída, entretanto, carente de estradas em condições de escoar a produção. Portos, que deveriam estar melhor aparelhados para atender a demanda. Impostos e tarifas escorchantes. A Educação deixa muito a desejar, padecendo-se de melhor formação aos nossos jovens. O ensino fundamental é imensamente deficiente e o superior, também não alcança os níveis aceitáveis. Nossa população é das mais expressivas do universos, mas, em nosso território, encontramos diversidades extremas. A região norte, onde encontramos o "PULMÃO DO MUNDO", a floresta amazônica, observam-se imensas áreas despovoadas, ou ocupadas por indígenas e  poucos nativos. O nordeste, com sua aridez, propicia a existência de muita miséria e pouca perspectiva de evolução, embora, atualmente, projetos de irrigação e cultivo de frutas, possa minimizar a penúria social e alavancar um melhor porvir. A região leste, pioneira no desenvolvimento e na política nacional, continua sendo a mola propulsora da nação, apesar do comando principal, encontrar-se instalado no cento do país. O centro-oeste vem se caracterizando pelos grandes campos produtores de cereais, dito e havido como o novo celeiro do mundo. O sul, também excelente produtor, caracteriza-se pela qualidade do seu gado e a excelência do seu povo, em grande parte sucessores de estrangeiros que para aqui migraram, em grande número, fugindo das agruras da segunda guerra mundial.
Nossa gente é de boa índole! Nosso território é impecável, serve para todos fins. Temos um espetacular lençol frenatico, dois aquíferos portentosos. A floresta mais importante do mundo. Um parque industrial evoluído. Somos pacifistas. Então o que falta para solidificarmos nossa verdadeira INDEPENDÊNCIA? Certamente, a classe política é o cerne dessa questão. Nossos homens públicos quase sem exceção, são velhacos, desonestos, despidos de correção. É notório que eles advêm do próprio povo, então seria o caso de generalizar que todos são inconsequentes? Certamente, não! Temos muita gente honesta e competente. Contudo, os maus políticos criaram um verdadeiro arcabouço, protegendo suas gangs e tornando, quase que inexpugnável o acesso dos bons a essa grande "máfia". Os puros que logram ascender a essa confraria do mal, de duas uma, aderem ou são defenestrados. Estamos vivenciando um momento político, em outubro ocorrerão eleições municipais. As mazelas estão surgindo. Toda sorte de picaretagem a mídia vem dando conta. A ¨cara de pau¨ é incrível! Buscam da ó em pingo d'água! O povo, sempre esperançosos de melhores dias, acabam cedendo, e, assim acabam caindo nas esparrelas. O Brasil é um país abençoado por Deus, que nos deu terras abundantes e férteis. Poucas são as mazelas climáticas que nos atingem. Nossa população é imensa e trabalhadeira. Mas, apesar de tantos pontos positivos, os negativos vêm embarreirando o necessário desenvolvimento, que nos permitirão alcançar o patamar desejável, e, certamente, nos cabe no corolário das principais nações da Terra.